Registro fotográfico da performance apresentada durante o evento “Som no Campus” da UFT, no dia 27 de maio de 2011.
O performer iniciou fazendo desenhos simples com canetas hidrocor [canetinha] em papel sulfite. Fazendo furos nas extremidades, ele uniu as folhas de papel, amarrando com fita de cetim preta, em círculo, até atingir um tamanho pré-determinado. Posteriormente, é feita uma “camisa” de papéis, vestida pelo performer. Ele “veste” o circulo de papel, de forma a parecer um vestido e segura um cartaz em que se lê “Lindo (a) como um neném. Que sexo tem? Que sexo tem?” [extraída de um funk] por 15 minutos, para observação do público.
Fotos: arquivo pessoal
Através desse trabalho, o artista vêm propor a discussão da dualidade masculino/feminino, de forma refletir sobre o pensamento do ser humano segundo o seu ser sexual, fato bem presente na cultura vigente, o que só é ressaltado pelo funk, utilizado na performance. É necessário “sexualizar”? É possível observar o homem fora do contexto sexual? O gênero pode não ser válido?













